23 julho 2014 // Notícias, Novos projetos

GPA&A vence concurso do Centro Administrativo de BH

Projeto vencedor do concurso para o Centro Administrativo de Belo Horizonte

Projeto vencedor do concurso para o Centro Administrativo de Belo Horizonte Um edifício transparente de linhas horizontais que se ergue sobre um vão de 20 metros, criando uma grande praça pública, integrando os espaços de pedestres e preservando o patrimônio arquitetônico da cidade. Foi com essa proposta que a GPA&A venceu o concurso nacional para o novo Centro Administrativo de Belo Horizonte. O resultado foi divulgado nessa terça-feira (22) em sessão pública na secretaria municipal de Planejamento. “O vencedor foi absolutamente legitimado por 80 excelentes projetos concorrentes de todo o Brasil. Belo Horizonte ganha muito com este resultado”, disse o secretário municipal adjunto Vitor Valverde, que coordena a implantação da nova sede da prefeitura.

Nossa proposta foi escolhida de forma unânime pela comissão julgadora, levando em conta aspectos como qualidade arquitetônica e paisagística, redução do impacto ambiental, acessibilidade, estética e conforto, sustentabilidade, segurança e custo. O Centro Administrativo terá 13 pavimentos, ocupando uma área construída de 100.000m² no terreno onde hoje funciona o estacionamento da rodoviária. Poderá abrigar até dez mil pessoas. Além de criar uma ampla área de convivência para a população e preservar as visadas do terminal rodoviário, cujo edifício é tombado pelo patrimônio histórico municipal, o projeto privilegia o transporte público, integrando-se ao metrô, Move e ciclovias.

Uma esplanada construída sobre o complexo da Lagoinha criará ainda uma conexão inédita da rodoviária ao tradicional bairro da região noroeste da cidade. “Essa proposta realmente nos impressionou. Permite uma ligação direta entre o centro e a Lagoinha, com as pessoas podendo ir a pé, sem obstáculos como viaduto e linha férrea. Isso ajuda muito a revitalizar não só a região que vai sofrer as intervenções, como também estimula a recuperação da Lagoinha”, explicou o arquiteto José Júlio Vieira, presidente da comissão julgadora, em entrevista ao jornal O Tempo. Veja aqui os detalhes do projeto.

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  • O objetivo é criar um equipamento que instrumentalizará a vida da região e da cidade

    Diferentemente de todos os estádios brasileiros já construídos, o Complexo Mineirão está situado numa região que dispõe de fartas áreas livres para abrigar todas as funções esportivas e complementares, exigidas tanto para sediar a Copa de 2014, quanto para garantir a sustentabilidade econômica e social do Conjunto após o evento.

    O objetivo é criar um equipamento que instrumentalizará a vida da região e da cidade, complementando as funções demandadas pela população. Será transformado em um centro de atividades esportivas, contemporâneo em tecnologia e sustentabilidade, sintonizado com o conceito da Copa Verde. Conjugando várias funções afins: esporte, lazer, entretenimento e cultura, será o espaço do encontro. (mais…)

  • Perspectiva do Varandão do Parque Municipal

    O Parque Municipal Américo Renê Gianetti foi a primeira área de lazer da cidade de Belo Horizonte, inaugurado em 1897, na antiga Chácara do Sapo.

    O local recebe diversos eventos culturais e de lazer que acontecem espalhados pelo Parque, sem infra-estrutura apropriada e que causam degradação de seus espaços. Dessa forma, um dos principais objetivos do empreendimento é a criação de um espaço multiuso que abrigue diversas manifestações de forma eficiente e segura, sem agredir o entorno e sem perturbar a vizinhança. Além disso, pretende-se a criação de um Centro de Memória do Parque Municipal, com o objetivo de sistematizar e socializar o acervo referente a historia do Parque e da cidade de Belo Horizonte.

    O terreno escolhido para implantação do Espaço Multiuso possui área de 4.425m² , tendo o edifício uma área construída de 3.200 m². O acesso principal ao edifício se dá pelo Largo do Sol, espaço que abriga grande número de pessoas e que possibilita a ampliação do público nos dias de eventos de grande porte.

    O projeto do edifício caracteriza-se por um amplo espaço multiuso coberto, de formato circular de onde se organizam todos os demais ambientes. Voltado para esse espaço, que possui capacidade para público de até 3.000 pessoas, foi proposto um grande palco para eventos, shows e apresentações teatrais, com toda a infra-estrutura necessária. (mais…)

  • Memorial da Imigração Japonesa

    O museu a céu aberto celebra a amizade entre o Japão e o estado de Minas Gerais e o que essa relação foi capaz de construir de concreto e de imaterial.

    O projeto é uma ponte sobre um lago.

    A ponte liga metaforicamente territórios, tempos, idéias e ideais.

    O lago é como o mar entre as nações, e, também, aquele dos desafios, das conquistas, dos tempos vividos. As ações e obras se tornam visíveis por meio de datas marcantes que emergem à flor da água, e os espaços submersos representam as regiões do inconsciente do sentimento e da memória.

    O percurso parte do Japão simbólico plantado de cerejeiras para a Minas dos Ipês-Brancos.
    Celebrando o Japão e Minas, foram ainda dispostas a cada lado, paredes curvas alusivas às duas bandeiras: o círculo e o triângulo vermelhos. É uma feliz analogia que fala da síntese e concisão comum aos dois povos.

    Sobre esta parede estarão impressos em baixo relevo os nomes de japoneses e mineiros que participaram da construção deste tempo de solidariedade.

    A forma da ponte simétrica e com curvas que se entrelaçam evoca ao mesmo tempo coesão, movimento contínuo e interdependência, e gera um percurso museológico de recursos multimídia e linguagem acessível para contar histórias de abertura, grandeza e amizade.

  • congonhas

    Museu de Congonhas

    Nossa proposta para o Museu de Congonhas, localizado junto ao Santuário Bom Jesus de Matozinhos, foi a vencedora do Concurso promovido pela Unesco em junho de 2005. O Projeto compõe-se de espaços para exposições de arte sacra, Centro de Estudos da Pedra e Centro de Referência do Barroco.

    A realização do concurso é resultado de um trabalho conjunto do Ministério da Cultura e da Prefeitura de Congonhas, com o intuito de criar um centro que possa reunir arte, história, tecnologia e fé. (mais…)


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